
Após o parto a mulher deve permanecer em repouso relativo, de forma que seu corpo possa se adaptar às novas alterações decorrentes do nascimento do bebê. No caso da cesárea, essa repouso é ainda mais importante, pois a mulher foi submetida a um procedimento cirúrgico. Esse período, chamado de reguardo, varia entre 30 a 45 dias após o parto, e, nessa fase, a puérpera (=mulher que teve parto) não deve ter relações sexuais, por causa do esforço físico, para não prejudicar a cicatrização (tanto da cesárea quanto do parto normal - episiotomia) e pelo fato do colo do útero se encontrar normalmente entreaberto, o que facilita infecções uterinas no caso de haver relação sexual.
A indicação de repouso não quer dizer ficar deitada na cama. Pelo contrário, a deambulação precoce (ou seja, levantar da cama e caminhar) após o parto é importante para prevenir complicações após o parto, como a constipação e a trombose venosa profunda (está última sendo uma grave complicação).
Além da importância descrita acima, o reguardo, período de repouso materno, auxilia na adaptação de mãe, pai e bebê à nova rotina dentro de casa.
O sangramento transvaginal é normal após o parto e vai gradativamente ficando menor, apresentando um aumento de volume sempre que a mulher está amamentando. Esse aumento é decorrente da contração uterina estimulada pela sucção do bebê no seio materno.
Após o nascimento, o bebê basicamente dorme e mama durante todo o dia. Mas os recém-nascidos, diferentemente dos adultos, não possuem uma alternância nítida entre o sono e a vigília, oscilando entre diferentes estados que se sucedem rapidamente. Nas 48 horas após o parto, há um predomínio dos estados de sonolência, como se o recém-nascido estivesse se recuperando. Posteriormente, há um aumento progressivo dos períodos de vigília. No entanto, existem diferenças marcantes entre os bebês.
Quando está mamando, o bebê suga e descansa. Não podemos esquecer que para mamar o bebê faz um grande esforço!
Nos primeiros dias, as mamadas são bem próximas, e, muitas vezes, apenas 15 minutos após ter acabado de mamar, o bebê já tem necessidade de voltar ao seio materno de novo. Não há um intervalo entre as mamadas que deve ser obedecido, deve-se amamentar em média oito vezes por dia (mínimo) e oferecer sempre os dois seios em cada mamada. Portanto, a amamentação deve ser em livre demanda, ou seja, sempre que ele quiser, sem horários preestabelecidos!
Nos primeiros dias, as mamadas são bem próximas, e, muitas vezes, apenas 15 minutos após ter acabado de mamar, o bebê já tem necessidade de voltar ao seio materno de novo. Não há um intervalo entre as mamadas que deve ser obedecido, deve-se amamentar em média oito vezes por dia (mínimo) e oferecer sempre os dois seios em cada mamada. Portanto, a amamentação deve ser em livre demanda, ou seja, sempre que ele quiser, sem horários preestabelecidos!
É importante evitar o uso de produtos ou pomadas nas mamas, antes ou após as mamadas. Deve-se apenas manter os seios limpos. A principal causa de fissuras nos mamilos é a pegada incorreta dos mesmos pela boquinha do bebê. Caso as mesmas ocorram, a melhor conduta é passar o próprio leite da mãe sobre o mamilo (pois o leite ajudará na cicatrização sem prejudicar o bebê) e procurar orientação com seu médico sobre como ajudar o bebê na pegada do mamilo.
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